POLICIAL —PF DESCOBRE ESQUEMA DE POLICIAIS ENVOLVIDOS COM FUZIS E MAIS DE R$ 100 MILHÕES
Postado 07/10/2026 10H21
Uma operação da Polícia Federal realizada nesta quarta-feira chama atenção pela gravidade das acusações.
A Operação Magen, realizada em conjunto com o Ministério Público do Rio de Janeiro, investiga um grupo formado por policiais e ex-policiais militares suspeitos de envolvimento com comércio ilegal de armas, vazamento de informações sigilosas e lavagem de dinheiro.
Segundo a Polícia Federal, o grupo movimentou mais de R$ 100 milhões em quatro anos.
A investigação aponta que integrantes utilizavam o acesso funcional a sistemas de segurança pública para obter e repassar informações restritas.
O esquema também teria envolvido a comercialização clandestina de fuzis, pistolas, munições e outros equipamentos.
Foram expedidos sete mandados de prisão preventiva e 18 de busca e apreensão em diferentes municípios do Rio de Janeiro.
Entre os alvos está o traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, conhecido como Peixão, apontado como uma das principais lideranças do Terceiro Comando Puro.
A operação mostra um dos grandes desafios da segurança pública brasileira: combater o crime organizado não significa apenas entrar na comunidade atrás de criminosos. É necessário também investigar quem fornece armas, informações e proteção.
E quando agentes públicos aparecem envolvidos, o problema ganha uma dimensão ainda mais grave.
A PF afirma que os investigados podem responder por organização criminosa armada, comércio ilegal de armas, violação de sigilo funcional, usura e lavagem de capitais.
A Operação Magen, realizada em conjunto com o Ministério Público do Rio de Janeiro, investiga um grupo formado por policiais e ex-policiais militares suspeitos de envolvimento com comércio ilegal de armas, vazamento de informações sigilosas e lavagem de dinheiro.
Segundo a Polícia Federal, o grupo movimentou mais de R$ 100 milhões em quatro anos.
A investigação aponta que integrantes utilizavam o acesso funcional a sistemas de segurança pública para obter e repassar informações restritas.
O esquema também teria envolvido a comercialização clandestina de fuzis, pistolas, munições e outros equipamentos.
Foram expedidos sete mandados de prisão preventiva e 18 de busca e apreensão em diferentes municípios do Rio de Janeiro.
Entre os alvos está o traficante Álvaro Malaquias Santa Rosa, conhecido como Peixão, apontado como uma das principais lideranças do Terceiro Comando Puro.
A operação mostra um dos grandes desafios da segurança pública brasileira: combater o crime organizado não significa apenas entrar na comunidade atrás de criminosos. É necessário também investigar quem fornece armas, informações e proteção.
E quando agentes públicos aparecem envolvidos, o problema ganha uma dimensão ainda mais grave.
A PF afirma que os investigados podem responder por organização criminosa armada, comércio ilegal de armas, violação de sigilo funcional, usura e lavagem de capitais.
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